segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Ordinarona...
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Foi h]a 6 anos e 9 meses...

Aviso> O meu teclado est]a como se pode ver> desconfigurado. Quem se conseguir safar e perceber o post, parab]ens, pode considerar/se um ser superior e distinto.
H]a algum tempo que a Laura me andava a pedir um animal de estima;\ao _ um gato, um c\ao, qualquer coisa que se mexesse sem necessitar de pilhas. Ora como a minha experiencia com o casal maravilha de agapones foi literalmente para esquecer, tentei logo demover a minha cria das op;\oes apresentadas, pois estava j]a a ver/me de ceir\ao para o ar a apanhar pelos todos os dias... E a mi]uda n\ao tem mais nada> apanhou um caracol na rua, ao qual resolvemos posteriormente chamar Azeit\ao, e trouxe/o para o nosso lar. Sim, para a nossa rica casinha... E eu fui obrigada a engolir em seco e a trat]a/lo como um pequeno rebento, um pequeno beb]e, semente de vida acabada de plantar... E, eu sem sequer saber o que o desgra;ado comia, l]a punha uma folhita de alface e migalhas de p\ao, para ver se o gajo vingava, dentro da caixinha de cartao, bercinho mais lindo....
Como ]e obvio, o miser]avel durou uma semana. Esganadinho de fome, suponho, bateu a bota, finou/se. E a mi]uda, coitada, l]a se conformou _ o infeliz tinha ido desta para melhor, e la] estava ela sozinha no mundo outra vez, a ter que lutar contra o universo sem companhia...
Hoje resolveu/se, ent\ao, esta desgra;a. Compraram/se duas tartarugas deliciosas, que se Deus quiser (e rezo para que n\ao queira) crescer\ao at]e aos 30cm. A ver se a catraia as defaz antes disso....
PS> isto do teclado est]a agreste, est]a.... Mas o dia era especial de corrida!
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Pouco barulho, pá....

segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Uau! Isso é que anda!....
É triste... É triste pensar que existem Fitipaldis em Matosinhos que se borramentam de cima a baixo só para provar que a sua viatura com 20 anos ainda dá ratadas. Mais triste ainda é verificar que existem condutores que se confortam com o facto de terem impedido a passagem a um carro...
Caro condutor que me dificultou a vida por 3 segundos esta manhã:
Ainda bem que consegui fazer o seu dia mais feliz. Fico contente por ter alimentado o seu ego, abrandando ao de leve com o meu bólide que, em comparação com o seu, é o KIT. É para mim um prazer enorme auxiliá-lo na sua luta pela afirmação da sua virilidade. Eu tenho uma máxima que nunca perco de vista: temos que ser uns para os outros. Eu hoje fui para si. Quem sabe se um dia destes não será o senhor para mim. E é assim a vida, feita de pequenas permutas que nos fazem maiores....
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
É pôr os olhinhos nela....

terça-feira, 7 de julho de 2009
Oh, mãaaaaaaaaaaaaae, olha eles...

Hoje foi dia de fazer exames médicos patrocinados pelo patronato. Obviamente que o estágio já começou há alguns dias, quando li na convocatória por email que teria que fazer análises. Quem me conhece sabe que me borro de medo de agulhas.
Nunca, mas nunca, fico a olhar para a preparação da chacina. Entro, sento-me na cadeira, faço paleio de circunstância com a senhora que me vai trucidar, sempre a olhar para o lado. A profissional de hoje era extremamente simpática, não obstante me fazer perguntas de mais para quem está em jejum às 08h30m, e estar com o megafone ligado. Compreendo perfeitamente que falem alto, dada a clientela que vi na sala de espera: pessoas de idade, moucas como armários, que nunca respondem à primeira chamada.
Após o rx pulmonar, dirigi-me para o edifício onde me seria feita a consulta médica. Sim, porque quem organiza estas gincanas é verdadeiramente iluminado: nada de marcar todo o sequencial de tortura no mesmo local, não, nada disso. Mandam-se os funcionários para 3 locais distintos, com espaços temporais entre exames bem apertadinhos, para ver se o pessoal se esfalfa todo, ou se se apaga de vez. Nada melhor que exercício físico, depois de nos terem chupado barbaramente 8745387 de sangue. Melhor do que isso, se possível: depois dos mongos andarem de um lado para o outro, em hora de ponta, no centro da cidade, prega-se-lhes uma sequita assim de meia hora entre os eventos, para descansarem. Chegaste a tempo? Como foste capaz de superar esta prova? Então seca aí na cadeira, que já te chamamos. E ai de ti, criatura hedionda, que ouses levantar a ceira para ir fumar um cigarrito para aguentar a esfrega. É nesse preciso momento que te chamamos e, como não estás, a tansa que chegou depois de ti irá ser atendida na tua vez.
O médico que me atendeu, com o seu blazer pied-de-poule, era uma figura. Desde o instante em que entrei até ter saído do gabinete que me apeteceu dizer-lhe o que digo à Laura: Puxa os óculos para cima!. Depois de lhe ter dito que fumo quase um maço por dia, o senhor não me auscultou. Mas pelo menos fiquei a saber que viveu dois anos na Alemanha, e que foi um forinha na tropa, e que não concordou com o facto de Portugal ter cedido a independência a Timor. E que conheceu a melhor amiga da esposa do Putin. E que a PIDE lhe abria as cartas que ele enviava à família. E que deu aulas na Universidade. E que os alunos podiam entrar e sair da aula quando quisessem.
Mas pelo menos estou saudável. Foi o que o senhor me disse.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Sr. Lei com costela de D. Juan

- Os seus documentos e os da viatura, por favor.
- Boa tarde, senhor agente. Concerteza.
(Procuro os documentos dentro da capa que arquiva cartas verdes desde 2002, selos desde 2002, certificados provisórios de seguro desde 2002)
- Está nervosa?
- Não, senhor agente, porque deveria estar? (ai o raio, mas eu tenho cara de criminosa? Só estou a suar em bica, Sr. Eu-estou-fardado-e-eu-prendo-pessoas-se-me-apetecer)
- Sabe que há um sítio chamado arquivo geral, onde se deve depositar papeis que já não estão em uso. (faz aquela cara paternalista, de quem: vá, procura, tansa, que eu aguardo)
- Sim, por acaso sei. Mas não tenho tido tempo...(um bófia com a mania que é forinha e cheio da piada, sim senhora, não me podia faltar mais nada...)
- Não me acredito que em 7 anos não tenha tido tempo de limpar essa capa... (espera aí, que tu hás-de ter muito a ver com o que eu faço com o meu tempo...)
- Acredite, Sr. Agente, se tivesse a minha vida, ia pedir para me dar! Muito trabalho, muito trabalho...(entrego-lhe os documentos, ciente que ia ser multada, uma vez que a morada da carta de condução não coincide com a da carta verde)
- Pois então diga-me lá a sua morada.
- Qual delas quer, Sr. Agente? A verdadeira, ou a falsa? É que mudei de casa há 6 meses, e ainda não tive tempo de ir actualizar a carta de condução. (Tanga, naturalmente, já saí de casa dos meus pais há 8 anos)
- E mora onde mesmo?
- Em ___.
- Ah, ali à beira da avenida principal?
- Sim, exacto, aliás só existe mesmo essa avenida, não existe mais nenhuma...
- E costuma ir ao café ___?
- Não, não.
- Mora naqueles prédios cor de tijolo, mesmo junto a___? (e de que forma contribui isso para a multa que vais passar, palhaço???)
- Sim, moro.
- Eu vou muito para esses lados. (Sim, e...que é que isso me interessa, escaravelho?)
A este momento, a Laura começa a dizer que vai morrer, que já sente a barriga a fazer barulho, com aquele ar de quem vai desfalecer a qualquer instante, e eu com vontade de lhe dizer que a culpa era toda do energúmeno que, a esta altura, já estava pendurado na janela.
- Sr. Agente, se tiver que me autuar, ia pedir-lhe que o fizesse, porque a minha filha está cheia de fome...(desaparece, mas é, besouro!)
- Desta vez, passa. Mas olhe que estarei aqui novamente dentro em breve, e se não tiver regularizado a situação, vou ter que tomar medidas...
- Muito obrigada pela atenção.
E zarpei dali. Antes que a Laura se lembrasse de lhe perguntar o que normalmente pergunta ao carteiro, ao Sr. do condomínio e ao distribuidor da pizza:
- Tens namorada?
terça-feira, 23 de junho de 2009
Alguém fazia o obséquio de me explicar...

quinta-feira, 18 de junho de 2009
Dia santo no Jardim Zoológico

segunda-feira, 15 de junho de 2009
Não tenho muita, não tenho muita, não tenho muita. Tá? Tá.

As calças que outrora fizeram sensação já não sabem ao mesmo. A camisola que assentava impecavelmente em tempos, agora já não tem o mesmo efeito. Em suma, cada peça que lá está guardada não faz o mínimo sentido neste momento histórico da minha existência. Ou seja, não tenho NADA para vestir.
Tentando minimizar os efeitos que um mau modelito pode causar na minha reputação, fui tentar comprar qualquer coisita que me alegrasse o espírito. Escolho uma saia comprida até aos pés, daquelas super fashion, rodada, às cores e dirijo-me ao provador para experimentar. Dispo as minhas calças e preparo-me para içar uma perna para dentro da saia, e... PÁRA TUDO: quando, de repente, olho de soslaio para o espelho, estarreço. Era a maior concentração de celulite por centímetro quadrado alguma vez vista num rabo de mulher.
Em desepero de causa, entro noutra loja, disposta a comprar umas calças de ganga, bem escurinhas, bem discretinhas, bem tapadinhas. E lá fui eu para o provador, triste como a noite, a sentir-me a maior magra obesa da história da humanidade. Ao despir as minhas calças, esforçava-me por olhar para o chão, mas o chamamento era forte. É que parece que quanto mais levamos na trombeta, mais nos esticamos para dar as fuças ao murro. E foi quando estava prestes a ter um esgotamento que, ao olhar para o espelho, vi que afinal, a coisa era mínima, nada que um cremezito de supermercado e 4387493 aplicações não resolvam.
E percebi a marosca toda. Portanto, criaturas vis da loja ao lado, peguem em vocês e nas luzes maradas do raio dos vossos provadores, e.... Pronto. Como sou magnânime, vou abster-me de fazer sugestões.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Aos filmes que faço, já devia ter ganho qualquer merdinha...

domingo, 24 de maio de 2009
Regra nº 1: nunca arruinar um sonho

terça-feira, 19 de maio de 2009
Eu já disse que ia legar o meu cérebro à ciência, não disse?
Esta música faz-me sempre lembrar a minha amiga A. e o dia em que ela foi colocar as suas fantásticas unhas de gel. Tarefas como abrir um iogurte, pegar em objectos pousados em superfícies planas ou desabotoar o casaco eram para esquecer...
segunda-feira, 18 de maio de 2009
É pena... Cheira-me que davas uma óptima vendedora ambulante...
Só três coisinhas a sublinhar:
- com essa fronha, tens mesmo que continuar a sonhar;
- não mudes de cabeleireira, não...;
- e se fosses espetar a farpa no...?
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Aluga-se loja, baratinha, baratinha

A loja é jeitosa, arejada e com óptimo aspecto. A loja tem luz directa todo dia. A loja está na rua principal. Não entendo...
Que mal tem ser paredes meias com uma agência funerária? Fogo! Pessoalzinho exigente...
domingo, 10 de maio de 2009
Quando a bicharada se reúne
quarta-feira, 6 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Raios partam o miúdo e mais a sua família perfeita!

Abro o frigorífico e vejo um cão lá dentro. Automaticamente, chamo por ela e pergunto-lhe:
- Oh Laura, o que é que está o cão a fazer aqui?
E pronto. A catraia desata-me num pranto, porque a mãe do outro riu-se imenso com aquela partida, e eu não, e porque a mãe do careca é que gosta dele e tudo, e tudo, e tudo. E eu, perplexa com aquela reacção (sublinhe-se que estava nas minhas vidinhas de esfrega, esfrega, esfrega, põe-se muito pó e por isso não assisti ao filme), só consegui pensar: a miúda está em ácido.... Como é que vou remediar esta situação?
Os minutos seguintes resumem-se ao seguinte: eu a arrancar uma gargalhada do fundo do meu intestino grosso ou delgado, nem sei, com um Mauzão dentro da banheira. Eu a rir-me como o público em background naquelas séries cómicas foleiras do Camilo de Oliveira com um panda atrás da porta do quarto. Eu a gritar como aquelas actrizes fatelas do Poltergeist com um boneco feio qualquer que estava dentro da minha mala.
E foi isto. Ontem foi dia da mãe, não foi? Ou não?
domingo, 3 de maio de 2009
E realmente foi assim...

E a Laura adorou ouvir falar dela... E a minha mãe já não conhece a voz da sua filha e achou que a Ana Isabel Arroja era eu... E a Laura teve que lhe dizer que não era eu... E a minha mãe tem 58 anos e a Laura tem 5... E a minha mãe disse que, se me despedissem, teria sempre o quartinho lá em casa... E o meu miguito MR ficou em casa para gravar o programa... E eu não consigo publicar o ficheiro de som... E o meu pessoal encharcou-me o telemóvel de mensagens:
Tá tudo a ouvir a Rádio Comercial, carago! Que orgulho. Beijos (M.)
XS és a maior! Está o máximo! Beijocas e parabéns (Y.)
És linda. Até me comovo de emoção por estar a ouvir isto. Fantástico. (M.)
Até tou emocionada... (X.)
És famosa, amiga. FAMOSA. BIBA A NOSSA XS (X.)
Oh minha Amiga!!! A partir de agora és uma estrela! Mas para os outros...Porque para nós sempre foste! BEIJO ENORME (C.)
Perguntas tu:"gostastes?"Adorei! Achei um piadão ao peixe-balão! Lol! És um espectáculo, carago! Beijinhos para ti e para a Laura (A.)
Espectáculo, amiguinha. Parabéns. Amei. Beijo enorme. (M.)
E sim, aqui a escrava Isaura estava a trabalhar e ouviu tudo aos bochechos...
(Ouvir aqui a partir de amanhã)
quarta-feira, 29 de abril de 2009
É que me dói na alma...

Isto de se morar num prédio tem muito que se lhe diga.
Já aqui falei dos meus vizinhos de cima - o casal maravilha que imite sons esquisitos a qualquer hora do dia (e sim, têm, um filho de 3 anos, que anda de salto alto de 15 cm desde as 7h até às 23h, mas mesmo assim não se inibem...).
O que ainda não contei foi que, no andar de baixo, tenho uma vizinha doente psiquiátrica em pré-estádio de internamento, cujos filhos de 6 e 4 anos hão-de ter um sério problema de surdez, a julgar pela forma como abre a goela até ao infinito de cada vez que lhes dirige a palavra.
Contudo, o prémio "Se fossem morrer longe" vai mesmo para os vizinhos do lado, que têm um pequeno pátio de 15 mts2 com um rotweiller, uma casota e 390 kg de poiada em toda a sua extensão. Fosse eu alguém importante e acima da lei e os caríssimos iam ver se não os enfiava num espaço de 5 mts2, aos dois, carregado de merdame até ao tecto.
E não, não almofadava as paredes. Isso seria um luxo.


