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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Sai, visão do inferno, sai!


Hoje de manhã fiquei aterrorizada. A preparar a Laura para a levar ao infantário, por volta das 07h, tive uma visão... Era a Cristina Caras Lindas, ali, mesmo à minha frente...


Tenho mesmo de lhe fazer o desmame do biberão, caso contrário, aquele formato dos dentes vai aterrorizar-me para todo o sempre....


(sim, porque se aparelho resolvesse, a outra já não estava naquele estado há muito tempo, suponho...)


PS: Depois de ter lido o comentário da Donolla, a coisa caiu-me como uma bomba... A cremalheira a que me queria referir era a da Isabel Angelino... Pfff...Cérebro, cérebro....

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Como estragar uma reputação em 3 segundos

Liga uma gaja aos pais (que estão com o resto da famelga inteira à mesa) para desejar um 2009 melhor que o 2008 e ouve aquele que ajudou à sua concepção dizer o seguinte:

- Tu não te embebedes....

PS: quero apenas esclarecer que a única vez que o meu pai me viu ligeiramente alcoolizada foi no Natal de 2007.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Se te pudesses calar só por dois dias....

Há algo que me anda a preocupar desde o dia em que soube onde ia passar este ano a consoada. Não é que eu não goste de ir a casa da minha prima M., mas a mãezinha dela, que por acaso até é minha tia, põe em relevo o que de pior há em mim. A minha tia Lita é aquele tipo de pessoa sempre maldisposta, com a cara cerrada, que nas alturas mais inoportunas ataca as conversas alheias com comentários completamente desnecessários e desagradáveis. Normalmente, a família costuma, por uma questão de educação, não responder, e continuar a conversar como se o besouro não existisse. Contudo, por vezes, quando os comentários me tocam directa ou indirectamente a mim, a coisa dá sopa.

Tendo em conta que a Laura só passa o Natal comigo de dois em dois anos, antevejo-me a engolir alguns sapos durante aquela noite apenas para que este seja um momento memorável para a minha cria.


Conservo no fundo do meu ser a esperança que, do ano passado para este, a minha tia tenha contraído uma doença temporária qualquer que a incapacite de falar. Não peço que a imobilize ou que a prive de lucidez, não. Só que a cale até ao final do dia 25....

(Raios, sempre gostava de saber porque razão tem ela direito a ser chamada por um diminutivo. Até consigo entender que, quando ela nasceu, a minha avó achasse o nome algo comprido e atalhasse para Lita. Mas não terá ela percebido, lá por volta dos 3 anos (mais coisa, menos coisa), que ela nunca iria ser uma Ita, mas sim uma Ona?)