domingo, 30 de novembro de 2008

Como é bom viver num apartamento

Acabo de me dar conta de uma coisa:

Quando os vizinhos de cima decidem desforrar-se às 7 da manhã de um domingo, devemos considerar-nos desforradas também....
Juro que isto não fica assim.

sábado, 29 de novembro de 2008

Será viral?

Tenho que deixar de conviver. Noto que a minha recente caspa mental está a deixar vestígios até nas pessoas que se familiarizam telefónica e diariamente comigo:

Amigo do peito: Vou oferecer-te um microfone para o computador para falarmos, senão qualquer dia ainda me castigam severamente por te telefonar 45 minutos seguidos.


(onde se lê castigam severamente deverá ler-se #*%#)


Eu: Mas tens telefone fixo?


Amgo do peito: Não. Mas podes ligar para o telemóvel, que eu não me mexo...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Por favor...Que piroseira!

Haverá coisa mais broas que isto?

Há. Isto:


O que me consola é a conta da EDP que o proprietário vai pagar para o mês que vem...

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Anti-upgrade


Eu sou totalmente contra os upgrades. Uma pessoa habitua-se a certas manhas e manias, e depois é obrigada a encarar a mudança com um sorriso nos lábios, e acreditar com toda a sua fé que tudo irá correr bem…
Antigamente, nos meus dias maus, sempre podia contar com uma idazita ao Pingo Doce para sair de lá completamente revigorada. Era um gosto. Aproximava-me do balcão das informações e tinha a certeza que iria lá encontrar uma senhora com pelo menos 90 anos, à qual pedia para trocar dinheiro para colocar no carrinho. A senhora iria responder-me com maus modos e era precisamente nesse momento que começava a minha terapia. Eu dava-lhe duas a abater também, e pronto, ia à minha vidinha fazer as compras. E uma gaja encarava logo o resto do dia de outra forma.
Hoje, chego ao dito lugar, já preparadinha para desopilar, e aparece-me uma menina na casa dos 20, que não só me troca o dinheiro com um “com certeza, é para já!”, como ainda me oferece um euro de plástico para que eu não tenha que me aborrecer mais com trocos! Isto não se admite! Mas estamos a brincar ou quê? Vem uma gaja de tão longe para isto????
Até aqui ainda não estava completamente desesperada, porque ainda havia a rampa onde o carrinho costuma empancar, e onde se faz sempre aquela figurinha de parva com o carro a guinar de um lado para o outro – a terapia tinha sido adiada, mas ia acontecer à mesma. Paguei as compras, ansiosa por chegar à porta. Qual não é o meu espanto quando dou de caras com uma rampa nova para os carrinhos de compras. Ora assim é que não!

Mas quem é que mandou mexer no que estava quietinho? Onde é que uma gaja descarrega o stress de um dia do caraças????

Aviso desde já: ou readmitem a velha e colocam a rampa com buracos, ou perdem uma cliente.

É que eu não estou propriamente a nadar em dinheiro para começar a frequentar consultas de psicologia. ‘Tá? ‘Tá.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Faz isso outra vez, faz....


Quando forem meter gasolina, por favor, não abalroem os passeios separadores entre as bombas só para chegarem 1º à bomba do lado.


É que depois arriscam-se a ficar enfiados no carro meia hora até desaparecerem os 35 carros que também lá estavam para o mesmo....


Exercício diário até me esquecer desta:

O meu carro não é um skate!

O meu carro não é um skate!

O meu carro não é um skate!

O meu carro não é um skate!

O meu carro não é um skate!

O meu carro não é um skate!

O meu carro não é um skate!

...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Revelação


Há pessoas que parecem normais e depois venho a descobrir que seguiam religiosamente o programa Na casa do Toy...

O ancestral método do atira ao ar

Nos meus tempos de estudante, e sempre que a nota de um teste não correspondia às nossas expectativas, havia duas hipóteses:
a) o professor era mau;
b) o professor tinha atirado os testes ao ar e a valoração dos mesmos dependia do local da queda do teste.
Fazendo a analogia para o tempo que corre: desconfio que há chefes que têm uma costela de professores...

domingo, 23 de novembro de 2008

Sim, ainda é cedo, eu sei


E pronto. Fiz a vontade à miúda, que me andava a massacrar desde Março, e montamos a árvore de Natal.

Agora vou outra vez tomar banho, que os materiais com que fabricam as árvores fazem-me uma alergia do caraças...

sábado, 22 de novembro de 2008

Lei geral do trabalho

Experimentem ir a um congresso em serviço e pedir que vos ofereçam um brindezito. Logo a seguir dispam a farda, vistam a vossa roupa e dirijam-se ao mesmo stand.

Diferenças:
Fardada: o brinde é automaticamente oferecido.
À visitante: esfrega de meia hora, a explicar as vantagens do produto.

Conclusão: a classe operária tem um código de honra: não chatear quem está de serviço.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Ultimato

Ultimamente, tenho notado que não ando no meu melhor. Esqueço-me de coisas realmente importantes, sinto-me cansada... Até aqui tudo bem, porque farto-me de trabalhar, portanto, esta será talvez a consequência natural de quem pesa 47 kgs, tem 3 empregos e uma filhota.

Agora o que realmente me chateia é lembrar-me, de quando em quando, de coisas que queria esquecer. Bolas, mas que raio de cérebro é este que tem memória selectiva para as coisas que me perturbam?

Assim não! Ou me esqueço de tudo ou não me esqueço de nada. Estamos entendidos, cérebro?

É bom que façamos este acordo de cavalheiros, otherwise, e como diria um amigo meu, sabes o que faço? Sabes?

COMPRO UMA LOBOTOMIA! (mas baratinha, sim?)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

A poupança como ela é

4º dia sem elevador...

Estou a ficar com uns gémeos....



Amanhã vou subir as escadas a fazer o pino, para ver se fico assim:


Estou verde!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Aderi a um pacote super hiper especial, que me fornece net, tv e telefone fixo por um preço amigo. O que é certo é que desde o início que o telefone nunca funcionou. Quem me conhece sabe que, como é óbvio, reclamei da situação.

Ontem, estou eu super atarefada a escrever no meu super blog, quando me cai a net. Olho para o modem, e vejo uma árvore natal, cheia de luzes a piscar. No minuto seguinte recebo uma chamada do fornecedor de serviços, a oferecer-se para verificar o meu problema.

- Boa noite, S'Dona S... Estou a ligar-lhe a propósito da sua reclamação.


Comecemos pelo S'Dona: valha-me Deus, o que é isso de S'Dona? É Srª Dona, porra! E quem faz o recrutamento do pessoal para esta empresa? Ninguém notou, em nenhuma das 400 fases de selecção que o senhor, coitadinho, se atropela no próprio cuspo? E contratam-no mesmo assim, sabendo que ele vai atender telefones?


Continuando...


- Sim , olhe, acabei de ficar sem net também...


- Pois, fui eu que reiniciei o seu modem.


- Então e porque não me contactou antes de proceder ao reiniciar? Imagine que eu estava a fazer algo importante...


- Peço desculpa, S'Dona S...


O rapaz tentou resolver remotamente o meu problema de fixação de IPs (se é ou não um problema relacionado com isto desconheço, pelo menos foi este o grupo que ele me enfiou).

À quarta enfiadela de palito no orifício minúsculo de reset do modem, a coisa lá se compôs, e o telefone ressuscitou. O babado informou-me que faria o follow up hoje, para garantir que tudo teria ficado resolvido.


Hoje, estou eu super atarefada a escrever no meu super blog, quando me cai a net. Olho para o modem, e vejo uma árvore natal, cheia de luzes a piscar. No minuto seguinte recebo uma chamada do fornecedor de serviços, a fazer o follow up do dia anterior:


- Boá tardgi, sinhora D. S.... Estou ligando para vérificá si a sinhora tem téléfoni...Acabei dji reiniciá seu modem, porque eli não tá fixando os...


Quem me conhece sabe o que aconteceu a seguir.


PS: Já tenho telefone.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Embrulha...

Então a história é mais ou menos assim:

Há algumas semanas, a Laura levou umas cartas para casa do pai, as quais ainda não retornaram à morada original.

Sempre que há janta patrocinada, a Laura lá insiste que quer as cartas. E a resposta é sempre invariavelmente a mesma:
- Não estão cá cartas nenhumas!

Hoje, acabadinha de chegar do jantar semanal, a Laura termina desta forma com o seu drama profundo:

- Mamã, olha o que eu trouxe da casa do papá: esta pulseira e este verniz! PIMBA!


Contas feitas: quem ficou a lucrar?

O poder de uma rosa

Há quem a utilize para presentear alguém e logo a seguir a desfaça a bater nas costas de uma qualquer...



PS: M., sou tua fã nº 1


PS2: Para a próxima, liga-me antes, sabes que eu adoro cenas das barracas!

A passagem à condição de transparente


Toda a gente já teve alguém assim na sua vida: aquela pessoa que até nos disse algo até um certo momento e depois, por alguma acção advertida ou inadvertida deixou de nos importar.


Há dias fui obrigada a ver uma pessoa que já passou à condição de transparente para mim há algum tempo. Pois, grande contra-senso, não? O que é facto é que a vi, que remédio, ou não tivesse ela feito questão em enfiar-se à minha frente umas 500 vezes...


E fiquei a pensar que embora a tivesse visto, e me tivesse lembrado de um ou dois episódios caricatos que a incluíam, ficou por isso mesmo: uma ou duas memórias.


Moral da história: as pessoas quando querem conseguem fazer coisas maravilhosas com o cérebro...

A sério?


Enquanto procurava a imagem para o post anterior, encontrei esta, que me deixou um pouco intrigada....



Será que há quem faça mergulho para dentro de elevadores em movimento?

Quem pode, pode!


Há dois dias que não temos elevador na empresa. Uns simpáticos( Grrrrrrrrrr...) avisos estão colados em todas as portas dos elevadores dos pisos, reforçados por uma cópia com letra a tamanho 60 à porta de entrada de cada departamento, para evitar que os mais distraídos se distraiam e se mandem para o fosso...
Ora lá subia eu hoje as escadas, na companhia de um colega, e step by step, lá íamos tentando trocar uns comentários, por entre arfadelas desesperadas, que isto de fumar e fazer exercício forçado não combina! E ele diapara:
- Se a doutora estivesse cá, o elevador já estava arranjado... (importa dizer que a nossa directora comercial é de estrutura larga (Bastante larga) e é basicamente um exemplar de categoria para os cartazes de persuasão dos ginásios)
- Agora estiveste bem! - retorqui. No meio disto tudo, cruzamo-nos com um colega que vem airosamente a descer os degraus e que ouviu esta nossa troca de palavras, e que atalha:
- Ela está cá, mas está no piso zero.
E eu fiquei a pensar: quem me manda ser uma mera assistente?

terça-feira, 18 de novembro de 2008

O início

Depois de anos a dizer que ia criar um, criei! É a velha desculpa de "não tenho tempo para escrever e tal", " nem sempre tenho algo para dizer e tal", mas hoje decidi que era HOJE! E estou verdadeiramente entusiasmada. Portanto e de hoje em diante, é levar comigo (salvo seja)! Temos pena!