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terça-feira, 23 de junho de 2009

Alguém fazia o obséquio de me explicar...


...se é grave? Se haverá solução através da psicocirurgia?


Foi mais ou menos assim: numa urgência, ligo para o consultório da minha dentista. Descubro que mudou para o cu de Judas. Ora eu, como paciente fidelíssima que sou (o tanas, tenho é um cagaço monumental de anestesias e a alminha tem uma paciência de Job para aturar os meus ataquinhos de sem-noção), marco consulta para o novo consultório, a 40 Km do antigo.


Auto-estrada. Reminisciências de um episódio antigo. Rio-me da situação. Consulta de dentista. Orçamento indigno de se apresentar a quem vem de tão longe para abrir a boca. Respiro fundo e decido solução temporária. A dentista não me cobra cheta, talvez sensibilizada pela minha reacção à proposta exorbitante apresentada. Abandono consultório - pelo menos foi de borla. A minha amiga C. telefona-me. Dou-lhe a triste notícia do enfardanço inescrupuloso, imoral e escandaloso de que vou ser vítima. Conversa flui para outros assuntos. Desligamos. A minha amiga M. liga-me. Dou-lhe a triste notícia do enfardanço inescrupuloso, imoral e escandaloso de que vou ser vítima. Conversa flui para outros assuntos. Chego à portagem. O meu cérebro pergunta-me onde está o talão da portagem. Eu não sei responder. Começo a puxar a cassete atrás. Não consigo visualizar o momento em que o dedo carrega no botão. Momento inexistente na cassete. Arrota 26,40€, outra vez.


A minha mente é especial, única, desassociada... E eu que me f...



sábado, 24 de janeiro de 2009

Os meus ricos 19 eurinhos!




O que eu queria era mesmo sair de lá com um corte fantástico, que me fizesse sentir renovada, corajosa e audaz.



As seguintes advertências foram feitas:
- um corte que não ficasse perfeito só quando o cabelo fosse lavado no cabeleireiro;
- deixar o comprimento de cabelo suficiente para que a Laura pudesse fazer caracóis com os dedos à noite.



Resultado:
- tenho dois montes escandinavos na cabeça. Aliás, pareço o Joker...
- escusado será dizer que agora levo valentes puxões de cabelo até a miúda adormecer...

Vai uma gaja a uma so called designer capilar e depois é obrigada a usar diariamente uns ganchinhos castanhos à velha....

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Mas afinal o que se passa?



Caros visitantes e comentadores:




A partir de hoje, este blog possui mais uma funcionalidade, e esta é verdadeiramente inovadora: sempre que acedam a esta página, Vªs. Ex.as serão convidadas a introduzir o email e a password do mesmo, e eu, com o vosso consentimento, sacarei todo os dividendos das respectivas contas bancárias! Queria apenas assegurar-vos que o pilim será muito bem gasto.




Se apanho quem se armou ao c*#*$ e me presenteou com este bug, a vingança será inexplicavelmente dolorosa.




(Ao retardado mental que fomentou este post:




- já copiei todos os meus posts, portanto de nada te vale tentares espantar-me a clientela ou bloquear seja o que for. Em três segundos, crio um novo blog, e volto a postar tudo outra vez. E outra. E outra. E outra. Aliás, podemos ficar aqui até ao ano 3027.




Tá? Tá.)

Actualização: para os que estão a aceder agora, informo que o meu consultor informático já me resolveu a situação. Como tal, este post é capaz de vos causar uma certa estranheza.

PS: Não deixa de ser irónico que fosse no post da minha Tia Lita que residisse o problema...


domingo, 30 de novembro de 2008

Como é bom viver num apartamento

Acabo de me dar conta de uma coisa:

Quando os vizinhos de cima decidem desforrar-se às 7 da manhã de um domingo, devemos considerar-nos desforradas também....
Juro que isto não fica assim.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Anti-upgrade


Eu sou totalmente contra os upgrades. Uma pessoa habitua-se a certas manhas e manias, e depois é obrigada a encarar a mudança com um sorriso nos lábios, e acreditar com toda a sua fé que tudo irá correr bem…
Antigamente, nos meus dias maus, sempre podia contar com uma idazita ao Pingo Doce para sair de lá completamente revigorada. Era um gosto. Aproximava-me do balcão das informações e tinha a certeza que iria lá encontrar uma senhora com pelo menos 90 anos, à qual pedia para trocar dinheiro para colocar no carrinho. A senhora iria responder-me com maus modos e era precisamente nesse momento que começava a minha terapia. Eu dava-lhe duas a abater também, e pronto, ia à minha vidinha fazer as compras. E uma gaja encarava logo o resto do dia de outra forma.
Hoje, chego ao dito lugar, já preparadinha para desopilar, e aparece-me uma menina na casa dos 20, que não só me troca o dinheiro com um “com certeza, é para já!”, como ainda me oferece um euro de plástico para que eu não tenha que me aborrecer mais com trocos! Isto não se admite! Mas estamos a brincar ou quê? Vem uma gaja de tão longe para isto????
Até aqui ainda não estava completamente desesperada, porque ainda havia a rampa onde o carrinho costuma empancar, e onde se faz sempre aquela figurinha de parva com o carro a guinar de um lado para o outro – a terapia tinha sido adiada, mas ia acontecer à mesma. Paguei as compras, ansiosa por chegar à porta. Qual não é o meu espanto quando dou de caras com uma rampa nova para os carrinhos de compras. Ora assim é que não!

Mas quem é que mandou mexer no que estava quietinho? Onde é que uma gaja descarrega o stress de um dia do caraças????

Aviso desde já: ou readmitem a velha e colocam a rampa com buracos, ou perdem uma cliente.

É que eu não estou propriamente a nadar em dinheiro para começar a frequentar consultas de psicologia. ‘Tá? ‘Tá.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Estou verde!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Aderi a um pacote super hiper especial, que me fornece net, tv e telefone fixo por um preço amigo. O que é certo é que desde o início que o telefone nunca funcionou. Quem me conhece sabe que, como é óbvio, reclamei da situação.

Ontem, estou eu super atarefada a escrever no meu super blog, quando me cai a net. Olho para o modem, e vejo uma árvore natal, cheia de luzes a piscar. No minuto seguinte recebo uma chamada do fornecedor de serviços, a oferecer-se para verificar o meu problema.

- Boa noite, S'Dona S... Estou a ligar-lhe a propósito da sua reclamação.


Comecemos pelo S'Dona: valha-me Deus, o que é isso de S'Dona? É Srª Dona, porra! E quem faz o recrutamento do pessoal para esta empresa? Ninguém notou, em nenhuma das 400 fases de selecção que o senhor, coitadinho, se atropela no próprio cuspo? E contratam-no mesmo assim, sabendo que ele vai atender telefones?


Continuando...


- Sim , olhe, acabei de ficar sem net também...


- Pois, fui eu que reiniciei o seu modem.


- Então e porque não me contactou antes de proceder ao reiniciar? Imagine que eu estava a fazer algo importante...


- Peço desculpa, S'Dona S...


O rapaz tentou resolver remotamente o meu problema de fixação de IPs (se é ou não um problema relacionado com isto desconheço, pelo menos foi este o grupo que ele me enfiou).

À quarta enfiadela de palito no orifício minúsculo de reset do modem, a coisa lá se compôs, e o telefone ressuscitou. O babado informou-me que faria o follow up hoje, para garantir que tudo teria ficado resolvido.


Hoje, estou eu super atarefada a escrever no meu super blog, quando me cai a net. Olho para o modem, e vejo uma árvore natal, cheia de luzes a piscar. No minuto seguinte recebo uma chamada do fornecedor de serviços, a fazer o follow up do dia anterior:


- Boá tardgi, sinhora D. S.... Estou ligando para vérificá si a sinhora tem téléfoni...Acabei dji reiniciá seu modem, porque eli não tá fixando os...


Quem me conhece sabe o que aconteceu a seguir.


PS: Já tenho telefone.