
sábado, 1 de outubro de 2011
Andarilho precisa-se

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
'Tás cá para a próxima!

Imagino daqui a uns anos a catraia a ver as fotos da sua infância e a encontrar a mãe sempre com aquele aspecto de chantrona, de gimbra-mor.
Vou mas é ao cabeleireiro arranjar o chinó a ver se me sinto menos sostrona.
Bom 2011.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Espelho meu, espelho meu...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Pouco barulho, pá....

segunda-feira, 15 de junho de 2009
Não tenho muita, não tenho muita, não tenho muita. Tá? Tá.

As calças que outrora fizeram sensação já não sabem ao mesmo. A camisola que assentava impecavelmente em tempos, agora já não tem o mesmo efeito. Em suma, cada peça que lá está guardada não faz o mínimo sentido neste momento histórico da minha existência. Ou seja, não tenho NADA para vestir.
Tentando minimizar os efeitos que um mau modelito pode causar na minha reputação, fui tentar comprar qualquer coisita que me alegrasse o espírito. Escolho uma saia comprida até aos pés, daquelas super fashion, rodada, às cores e dirijo-me ao provador para experimentar. Dispo as minhas calças e preparo-me para içar uma perna para dentro da saia, e... PÁRA TUDO: quando, de repente, olho de soslaio para o espelho, estarreço. Era a maior concentração de celulite por centímetro quadrado alguma vez vista num rabo de mulher.
Em desepero de causa, entro noutra loja, disposta a comprar umas calças de ganga, bem escurinhas, bem discretinhas, bem tapadinhas. E lá fui eu para o provador, triste como a noite, a sentir-me a maior magra obesa da história da humanidade. Ao despir as minhas calças, esforçava-me por olhar para o chão, mas o chamamento era forte. É que parece que quanto mais levamos na trombeta, mais nos esticamos para dar as fuças ao murro. E foi quando estava prestes a ter um esgotamento que, ao olhar para o espelho, vi que afinal, a coisa era mínima, nada que um cremezito de supermercado e 4387493 aplicações não resolvam.
E percebi a marosca toda. Portanto, criaturas vis da loja ao lado, peguem em vocês e nas luzes maradas do raio dos vossos provadores, e.... Pronto. Como sou magnânime, vou abster-me de fazer sugestões.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
É que me dói na alma...

Isto de se morar num prédio tem muito que se lhe diga.
Já aqui falei dos meus vizinhos de cima - o casal maravilha que imite sons esquisitos a qualquer hora do dia (e sim, têm, um filho de 3 anos, que anda de salto alto de 15 cm desde as 7h até às 23h, mas mesmo assim não se inibem...).
O que ainda não contei foi que, no andar de baixo, tenho uma vizinha doente psiquiátrica em pré-estádio de internamento, cujos filhos de 6 e 4 anos hão-de ter um sério problema de surdez, a julgar pela forma como abre a goela até ao infinito de cada vez que lhes dirige a palavra.
Contudo, o prémio "Se fossem morrer longe" vai mesmo para os vizinhos do lado, que têm um pequeno pátio de 15 mts2 com um rotweiller, uma casota e 390 kg de poiada em toda a sua extensão. Fosse eu alguém importante e acima da lei e os caríssimos iam ver se não os enfiava num espaço de 5 mts2, aos dois, carregado de merdame até ao tecto.
E não, não almofadava as paredes. Isso seria um luxo.
terça-feira, 10 de março de 2009
O Jardim Zoológico

- o peixe-balão, que tem vindo a ser domesticado aos pouquinhos, ou não fosse eu uma cascavel que não perdoa;
- uma leoa, que mostra as suas garritas de vez em quando, e que ainda acha que uma tromba de elefante resolve qualquer coisa;
- algumas hienas, que tanto se riem e confraternizam alegremente com os animais da jaula ao lado, como os apunhalam pelas costas à primeira oportunidade, maldizendo e ridicularizando o assunto da conversa de há momentos;
- uma macaca, que abre as goelas a toda a hora, estridentemente.
Ora hoje apetece-me falar sobre a macaca do Zoo.
A macaca é aquele género de animal que adora fazer show off! É vê-la a saltar de galho em galho, à espera que o tratador a aplauda - o que quase sempre acontece. O pior é quando NÃO acontece... E aí é que o caldo está entornado!... Porque ela já saltou 49887587658 vezes de galho em galho só naquele dia e ninguém lhe dá valor, porque ela é a melhor saltadora e a que come bananas mais rapidamente do que qualquer outro e ninguém reconhece tal proeza.
E o resto da bicharada tem que aguentar-se à bronca, porque quando este tipo de abordagem não resulta, a babuína passa para a táctica seguinte, que é atirar-se para o chão e soltar gemidos acompanhados de baba e ranho.
Obviamente que no dia seguinte, quando eu chego ao Jardim (sim, porque este espectáculo deprimente só acontece quando aqui a cascavel vai para a sua jaula privativa, que o respeitinho é muito lindo...), lá está afixado, à porta da jaula, o cartaz:
Bicharada, agradeço que sempre que a macaca saltar de galho em galho e comer uma banana lhe façam uma festinha, que ela anda carente.
Ass: O peixe-balão, amputado há algum tempo
Detesto símias. E peixes-balão amputados.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Os meus ricos 19 eurinhos!

As seguintes advertências foram feitas:
- um corte que não ficasse perfeito só quando o cabelo fosse lavado no cabeleireiro;
- deixar o comprimento de cabelo suficiente para que a Laura pudesse fazer caracóis com os dedos à noite.
Resultado:
- tenho dois montes escandinavos na cabeça. Aliás, pareço o Joker...
- escusado será dizer que agora levo valentes puxões de cabelo até a miúda adormecer...
Vai uma gaja a uma so called designer capilar e depois é obrigada a usar diariamente uns ganchinhos castanhos à velha....
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Mas afinal o que se passa?

Actualização: para os que estão a aceder agora, informo que o meu consultor informático já me resolveu a situação. Como tal, este post é capaz de vos causar uma certa estranheza.
PS: Não deixa de ser irónico que fosse no post da minha Tia Lita que residisse o problema...
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Como viajar até Vila Real sem sair de Valongo
1º: Entrem na portagem da A4 em Campo/Valongo
2º: Quase a chegar à saída de Ermesinde, dêem-se conta de que, num ataquinho momentâneo de sem-noção, não retiraram o ticket
3º Desembolsem a taxa máxima: 25,90€ em vez dos 0,60€.
A cereja no topo do bolo:
O vosso pai rematar este episódio com a seguinte tirada:
- É para aprenderes....
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Espanco-a agora ou mais tarde?
Era um pijama tão giro...e a estrear...
domingo, 30 de novembro de 2008
Como é bom viver num apartamento
Acabo de me dar conta de uma coisa: quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Anti-upgrade

Antigamente, nos meus dias maus, sempre podia contar com uma idazita ao Pingo Doce para sair de lá completamente revigorada. Era um gosto. Aproximava-me do balcão das informações e tinha a certeza que iria lá encontrar uma senhora com pelo menos 90 anos, à qual pedia para trocar dinheiro para colocar no carrinho. A senhora iria responder-me com maus modos e era precisamente nesse momento que começava a minha terapia. Eu dava-lhe duas a abater também, e pronto, ia à minha vidinha fazer as compras. E uma gaja encarava logo o resto do dia de outra forma.
Hoje, chego ao dito lugar, já preparadinha para desopilar, e aparece-me uma menina na casa dos 20, que não só me troca o dinheiro com um “com certeza, é para já!”, como ainda me oferece um euro de plástico para que eu não tenha que me aborrecer mais com trocos! Isto não se admite! Mas estamos a brincar ou quê? Vem uma gaja de tão longe para isto????
Até aqui ainda não estava completamente desesperada, porque ainda havia a rampa onde o carrinho costuma empancar, e onde se faz sempre aquela figurinha de parva com o carro a guinar de um lado para o outro – a terapia tinha sido adiada, mas ia acontecer à mesma. Paguei as compras, ansiosa por chegar à porta. Qual não é o meu espanto quando dou de caras com uma rampa nova para os carrinhos de compras. Ora assim é que não!
Mas quem é que mandou mexer no que estava quietinho? Onde é que uma gaja descarrega o stress de um dia do caraças????
Aviso desde já: ou readmitem a velha e colocam a rampa com buracos, ou perdem uma cliente.
É que eu não estou propriamente a nadar em dinheiro para começar a frequentar consultas de psicologia. ‘Tá? ‘Tá.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O ancestral método do atira ao ar
a) o professor era mau;
b) o professor tinha atirado os testes ao ar e a valoração dos mesmos dependia do local da queda do teste.
Fazendo a analogia para o tempo que corre: desconfio que há chefes que têm uma costela de professores...
