
Uma gaja oferece uma máquina fotográfica ao seu cutchie. Uma máquina porreiríssima, com nightshot, panorâmica, detector de sorrisos, olho de peixe e, imagine-se, tripé e bolsa. E a partir desse dia todas as fotos que a gaja consegue ter são em robe, com o cabelo pior do que um ninho de ratos ou sentada na sanita, ou de perfil com a bicanca em macro.
Imagino daqui a uns anos a catraia a ver as fotos da sua infância e a encontrar a mãe sempre com aquele aspecto de chantrona, de gimbra-mor.
Vou mas é ao cabeleireiro arranjar o chinó a ver se me sinto menos sostrona.
Bom 2011.